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Mês da Desparasitação Externa

Seja cão ou seja gato, afaste a pulga e o carrapato!

Os parasitas externos são os que vivem ou invadem a pele e/ou pelo do seu animal de estimação, podendo causar não só desconforto e irritação mas também algumas doenças.

As zoonoses (doenças transmitidas ao Homem através de animais) mais frequentes são causadas por parasitas – daí a importância da desparasitação externa (assim como da interna). Felizmente, se utilizarmos produtos adequados com a frequência aconselhada, conseguimos protege-los e a nós quase na totalidade.

Entre os parasitas externos mais comuns encontram-se as pulgas, as carraças, os mosquitos e flebótomos e os ácaros.

No nosso país, com clima temperado característico, as infestações por pulgas e carraças podem ocorrer durante todo o ano, com picos na primavera e no outono; por sua vez, os mosquitos têm também maior actividade entre Abril e Outubro. A proteção deve ser permanente e o ano inteiro, sendo fundamental que todos os animais da casa estejam correctamente tratados. Os animais não tratados podem originar novas infestações e contaminar o ambiente. Há diferentes produtos para tratar e prevenir o ataque dos parasitas externos de acordo com o estilo de vida do seu animal, se é molhado e/ou escovado com frequência ou a zona em que vive. Aconselhe-se connosco e usufrua de condições especiais.

As pulgas são insectos hematófagos (ou seja, alimentam-se de sangue) que, além de provocarem bastante incómodo a animais e humanos, são de difícil erradicação após infestação e podem causar problemas graves ao transmitirem agentes patogénicos e parasitas.

As pulgas podem colocar ovos entre 24 a 48 horas após a 1ª refeição de sangue, podendo pôr até 50 ovos por dia; estes ovos caem no solo e aí evoluem para larvas e depois para pupas voltando ao hospedeiro – esta evolução pode durar até 6 meses, o que justifica a necessidade de mantermos a desparasitação durante todo o ano ou nunca conseguiremos erradicar estes parasitas do ambiente – se apenas o tratar uma vez não conseguirá eliminar estes estadios imaturos, que rapidamente se transformarão em pulgas adultas.

Os flebótomos são pequenos insectos, semelhantes a mosquitos embora de tamanho mais reduzido, são particularmente activos ao anoitecer e, quando picam os animais para se alimentar podem transmitir a doença da leishmaniose.

A incidência da doença está directamente relacionada com a sobrevivência e picada do flebótomo pois necessita deste para parasitar os animais. Por sua vez, os flebótomos necessitam de certas condições apropriadas à sua multiplicação.

Actualmente, considera-se que todo o território de Portugal e Espanha reúne as condições necessárias à sobrevivência deste vector, no entanto há regiões onde este encontra melhores condições e portanto onde a leishmaniose é diagnosticada em maior proporção.

Mês da Desparasitação Externa na Animed
Mês da Desparasitação Externa na Animed